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ESTRATEGIA BANANA NAS MÍDIAS SOCIAIS

Apesar das dezenas de sabores, texturas, cores e aromas existentes, resolveram criar algo diferente para o mercado de frutas na floresta. Após muita pesquisa, elaboração e expectativas bolaram um nome legal para chamar a atenção: banana. Alguns gostaram, outros não, mas assim ficou decidido. Amarela, comprida, gosto exótico, sem caroço, fácil de descascar. Então veio a hora de definir a estratégia de lançamento no mercado mundial. Ouviram então muitas opiniões: Mr. Facebook disse: Aqui é o melhor lugar para mostrar a cara. Todos vão gostar e contar pros outros animais. Twitter boy afirmou: A forma mais rápida de ficar conhecida é por mim! Dr Google deu a dica: O importante é mostrar a banana no topo das árvores. Todo mundo vai ver e ficar curioso. A tribo do YouTube falou:  Só nós vamos saber mostrar tudo que a banana tem, ao vivo e a cores. Os estrategista de marketing ficaram pensando e discutindo e ninguém chegou a uma conclusão. O que fazer primeiro e como, ...

PROFISSIONAL FLEX : VALE A PENA?

Você não precisa saber dançar tango ou falar mandarim, mas que estamos entrando numa era flex, isto é fato. Haja competências e habilidades para mostrar! Nunca foram tão bem vistos profissionais multitarefas. Ser múltiplo e versátil virou um diferencial. E agora, na construção de carreira/portfólio, temos de encarar o desafio e todos os riscos que essa multiplicidade envolve. Nem as máquinas escapam: carros flex, óculos flex, smartphones e tablets brigam para ver qual oferece mais aplicativos e tralhas acessórias. A tecnologia e o mercado nos pressionam para sermos mais capazes, mais competentes e rápidos sem perder a qualidade. As empresas acham isso ótimo e assim otimizam custos, enxugam equipes, terceirizam funções e departamentos. Para algumas pessoas isso pode até ser bom, permite tirar da gaveta talentos escondidos, hobbies menosprezados e até trabalhar com coisas que nunca fizeram antes. Mas existem aquelas pessoas que, sob pressão, para preservar seu emprego/posição...

GUERRA PELO PODER NA INTERNET

Já foram muitos combatentes nesta arena nos últimos 20 anos, com diversas marcas e empresas  que já entraram e saíram de cena Nos anos 90 a internet era mais lenta e limitada e o browser mais popular chamava-se Netscape Navigator. Aí a Microsoft tornou o Internet Explore r nativo no Windows e exterminou o navegador que dominava os mares virtuais da época. Em 1996 um software que permitia as pessoa trocar mensagens instantâneas chamado ICQ tomou o mercado. Bill Gates mais uma vez não sossegou até criar seu clone, o MSN , lançado em 1999 e que acabou derrubando novamente a concorrência. Com a popularidade dos programas de código aberto – open source , o domínio da Microsoft começou a ruir, principalmente na grande rede. Parte da equipe que desenvolveu o pioneiro Netscape acabou lançando em 2004 o navegador Mozilla Firefox . Com a força da colaboração coletiva e do código aberto,  ele conquistou os usuários, superando com leveza e rapidez seguidas versões do Internet E...

A LIÇÃO DE STEVE JOBS E O SUCESSO DA APPLE

Até hoje tem marketeiro analisando porque as últimas invenções da Apple sob a  batuta de Steve Jobs deram tão certo.  Uma vitória atrás da outra: iPod, iPhone, iPad. Estudam gráficos, dados, oportunidade, riscos, etc. Analistas comentam como a Palm que dominava o mercado de palmtops e smartphones perdeu o bonde. Até Bill Gates da Microsoft anunciava um tal de Tablet PC há muitos anos. Outras grandes empresas também andaram fuçando o nicho mas quem saiu ganhando foram os “I” da maçã. Eles começaram pela beiradas no mercado da música digital (ipod), depois superaram outros celulares com os toques de tela e aplicativos (IPhone), e fecharam o cerco com um tablet matador (iPad). A questão maior nesta vitória arrasadora não foi só o design, a tecnologia, a funcionalidade, mas todo um conjunto  embalado em um sentimento único, “paixão”. Os macmaníacos sempre foram radicais apaixonados  e defensores de todas as gerações de Macs. Steve Jobs,com suas exigências “obsessi...

ENGOLIDORES DE SPAM E A CRISE DA PUBLICIDADE

Conta a Lenda que Fausto vendeu alma ao diabo para permanecer jovem  e desfrutar a vida, na história imortalizada por Goethe em peça de teatro*. Nos tempos atuais, vendemos nossos minutos e atenção para ganhar descontos e produtos exclusivos.  A publicidade vive sua crise de identidade querendo manter seu status enquanto que acabamos vendendo “pedaços” de nossa alma. Querem um exemplo?  Há uns três meses fiz um teste para pesquisar o mercado de compras coletivas: efetuei  o cadastro com um e-mail alternativo nos principais sites deste setor.  Não fiz até hoje compra nenhuma mas continuo recebendo pelo menos 2  e-mails diários de cada uma destas empresas. Antes spam era lixo eletrônico, agora entramos na era do “spam  consensual “.  Vale a pena para os dois – produtor e consumidor? O que se cria de novo e útil com isso? Enquanto pensamos, a caixa de e-mails  vai se enchendo e nós apenas  viramos um número porque este sistema só se sus...

CLIENTE BOM É O QUE RECLAMA!

Desconfie se seu cliente anda muito quieto. Melhor levar uma boa bronca ou queixa de quem encomenda com frequência seus trabalhos ou serviços do que um longo silêncio ou uma relação meio morna, em que nada parece acontecer. Cliente não é patrão, mas pode ter suas exigências, prazos e caprichos. Se  ele quer te arrancar o couro e pedir um novo layout, melhor planejamento ou menor custo, vire-se e dê um jeito. Este esforço pode até fazer de um trabalho comum ganhar algo mais e não fazer tanta diferença no caixa. Marketing ajuda a entender o mercado e planejar, ter idéias, mas o olho a olho na negociação, no preço e  no serviço entregue é que faz o verdadeiro mercado real, para empregados, empregadores e prestadores de serviço. E claro, a indicação de boca de um cliente vale mais que qualquer portfólio. Prospectar e ganhar um novo cliente pede investimento. Se a sua estrutura é pequena, então, maiores os riscos. O mercado está competitivo, deixe o cliente reclamar, de cert...

USE A CRIATIVIDADE NO DIA A DIA

Os grandes momentos criativos são bons, mas são poucos, talvez rápidos e difíceis de repetir. Estudiosos analisam inspirações e insights e traçam teorias enormes sobre  aqueles estalos que mudaram vidas e  personalidades de artistas de várias áreas. Mas talvez o verdadeiro toque criativo esteja na maneira que encaramos nossa “dura” realidade diária.  Ou seja, falamos aqui da rotina dos milhões de seres comuns que formigam pelas ruas. Nós que trabalhamos com comunicação então deveríamos pensar no valor destes pequenos gestos do cotidiano. Dar um bom dia, brincar um pouco mesmo que se perca tempo, reconhecer o valor dos outros, estranhos ou conhecidos.  Ser educado por prazer e não obrigação. Inventar ou arriscar coisas incomuns, mas humanas, gerar gentileza. A criatividade deveria efetivamente ser principalmente aplicada nestes gestos e atos que repetimos tantas vezes que não dos damos conta do que estamos fazendo. Neste caso, clientes são todas as pessoas do m...