Pular para o conteúdo principal

SERÁ QUE SOMOS TODOS ZUMBIS?

Confesso. Sou viciado em filme de zumbis. O olhar perdido e faminto e o andar meio morto me perseguem.

Eles estão nos filmes, quadrinhos, séries de TV (a mais recente – Walking Dead,) sucesso de público nos EUA. Com toques de carnificina e comédia,  os Zumbis tornaram-se estrelas de todas as mídias, com sarcasmo, humor e muita carnificina .

O que estará por trás deste horror todo? Parece um medo ancestral da mais perigosa de todas as criaturas, nós mesmos.

O horror da epidemia, da doença que consome a carne (ego e aparências), mas principalmente o medo dos “outros”, caminhando em nossa direção e nos cercando por todos os lados.

E claro, o pânico de ser atacado por amigos, familiares e vizinhos,  ter de “exterminá-los” para nos salvar.

Os tempos atuais parecem nos empurrar para uma  sobrevivência a qualquer custo. Nunca estivemos tão sós na multidão, em meio a milhões.

Os zumbis podem representar então uma possível perda de identidade nossa? Até que ponto estamos tomando conta do nosso destino?

O que fazemos para não apenas simplesmente seguir ordens de governos, políticas, famílias, patrões ou qualquer coisa que queira apenas nos subjugar e dominar?

Não é a toa que os zumbis só morrem com um tiro no cérebro. Precisamos pensar melhor sobre isso e sobreviver como humanos. Na dúvida tranque as portas e janelas.

@robertotostes

Postagens mais visitadas deste blog

Novo Projeto - Jogo com Aventura e Ecologia

Olá amigos e amigas,

Após 18 meses de desenvolvimento, Sobrevivência na Amazônia - está na fase final de desenvolvimento. É um projeto independente de boardgame que procura combinar aventura e ecologia. Ele será lançado em financiamento coletivo - em breve. Na página dele serão dadas notícias e informações do andamento do projeto. O vídeo de lançamento dá uma ideia do conceito geral. Conto com o apoio de todos para divulgar e compartilhar!



#boardgame #amazonia #ecologia

Escritores na Era Digital - Quem somos e para onde vamos?

Caros amigos(as) Estou realizando uma pesquisa sobre o "Escritor(a) na Era Digital". Elaborei algumas perguntas e um questionário na web (via Google Docs). A pesquisa tem como objetivo levantar informações sobre: ser escritor(a), rotinas de escrita e leitura, meios de publicação, divulgação e presença na web. Espero com as respostas poder fazer um quadro de como os escritores/escritores estão se posicionando/adaptando neste momento de tantas transformações. Conto com seu apoio e participação

Segue o link:
http://goo.gl/forms/0JTYDWOAzPTl6Cjj2

Qualquer dúvida falem comigo:


att

Roberto Tostes

Quando pessoas viram marcas e marcas viram pessoas

Vivemos em uma época em que cada vez mais marcas querem parecer humanas e pessoas querem se tornar tão fortes quanto marcas. Isso não deixa de trazer uma certa contradição. Empresas e corporações nunca terão a imagem espontânea de pessoas de verdade. E pessoas, mesmo famosas e conhecidas, podem cair em armadilhas quando se preocupam demais com marketing, público-alvo e poder de vendas. Quando foram criadas, muitas marcas nasceram da iniciativa individual de empreendedores que construíram negócios como Ford, Hewlett-Packard (HP), Ferrari, Johnson, Granado (Brasil) e outras pessoas. Depois do auge da era industrial, as fábricas passaram a entrar em um processo mecanizado, produção em série, grandes unidades e produção em massa. As marcas modernas substituíram as antigas relações diretas entre o artesão e o consumidor, da loja ou do armazém da esquina. Para conquistar e fidelizar essa massa de consumidores vieram os recursos de marketing, design e publicidade. Os anos 50 mostram bem isso…