Pular para o conteúdo principal

GUERRA PELO PODER NA INTERNET

Já foram muitos combatentes nesta arena nos últimos 20 anos, com diversas marcas e empresas  que já entraram e saíram de cena

Nos anos 90 a internet era mais lenta e limitada e o browser mais popular chamava-se Netscape Navigator. Aí a Microsoft tornou o Internet Explorer nativo no Windows e exterminou o navegador que dominava os mares virtuais da época.

Em 1996 um software que permitia as pessoa trocar mensagens instantâneas chamado ICQ tomou o mercado. Bill Gates mais uma vez não sossegou até criar seu clone, o MSN, lançado em 1999 e que acabou derrubando novamente a concorrência.

Com a popularidade dos programas de código aberto – open source , o domínio da Microsoft começou a ruir, principalmente na grande rede. Parte da equipe que desenvolveu o pioneiro Netscape acabou lançando em 2004 o navegador Mozilla Firefox. Com a força da colaboração coletiva e do código aberto,  ele conquistou os usuários, superando com leveza e rapidez seguidas versões do Internet Explorer.

Na virada do século vimos nascer o Google, que ocupou a liderança do mercado de busca da internet com eficiência e objetividade. Investindo direto no mundo virtual eles criaram produtos como Gmail, Picasa, Blogger, Orkut e outros. A empresa ainda comprou o YouTube e desenvolveu um navegador próprio, o Chrome, baseado no Firefox.  Mas por enquanto perderam a batalha dos celulares para a Apple, cujo Iphone surpreendeu a todos, mudando o conceito de smartphone.

O crescimento das mídias sociais permitiu ao Facebook,  criado  em 2004, ameaçar a supremacia do Google em acesso, em tempo de uso e número de usuários. É a Rede Social de maior crescimento nos últimos anos.

Em 2006 surgiu ainda o Twitter, que com sua lógica instantânea de 140 caracteres tornou-se também força mundial em apenas dois anos, graças à sua rapidez e interatividade.

Nos últimos anos a Apple mostrou que inovação é com ela, lançando o iPad e revolucionando o conceito do que entendemos como computador pessoal.

Agora começa um novo round nesta luta interminável. O Facebook declara abertamente sua intenção de dominar o mundo on line  e o Google lança  sua rede Google+, integrando vários de seus aplicativos no mesmo lugar e permitindo a personalização de uso.

A briga é boa, e novas empresas ainda podem surgir do nada. A internet sempre proporcionou esta chance de novas idéias prosperarem e dominarem o mercado.

O lado bom dessa história é que nós, usuários finais, é que vamos decidir na prática, quem permanece na arena. Podemos não ter consciência total  disso mas o poder está em nossas mãos. Temos que saber exigir respeito, direitos, liberdade e uma postura nova frente às pessoas e a este novo mundo global.

publicado também no Wedialogos 

@robertotostes

Postagens mais visitadas deste blog

Novo Projeto - Jogo com Aventura e Ecologia

Olá amigos e amigas,

Após 18 meses de desenvolvimento, Sobrevivência na Amazônia - está na fase final de desenvolvimento. É um projeto independente de boardgame que procura combinar aventura e ecologia. Ele será lançado em financiamento coletivo - em breve. Na página dele serão dadas notícias e informações do andamento do projeto. O vídeo de lançamento dá uma ideia do conceito geral. Conto com o apoio de todos para divulgar e compartilhar!



#boardgame #amazonia #ecologia

Escritores na Era Digital - Quem somos e para onde vamos?

Caros amigos(as) Estou realizando uma pesquisa sobre o "Escritor(a) na Era Digital". Elaborei algumas perguntas e um questionário na web (via Google Docs). A pesquisa tem como objetivo levantar informações sobre: ser escritor(a), rotinas de escrita e leitura, meios de publicação, divulgação e presença na web. Espero com as respostas poder fazer um quadro de como os escritores/escritores estão se posicionando/adaptando neste momento de tantas transformações. Conto com seu apoio e participação

Segue o link:
http://goo.gl/forms/0JTYDWOAzPTl6Cjj2

Qualquer dúvida falem comigo:


att

Roberto Tostes

Quando pessoas viram marcas e marcas viram pessoas

Vivemos em uma época em que cada vez mais marcas querem parecer humanas e pessoas querem se tornar tão fortes quanto marcas. Isso não deixa de trazer uma certa contradição. Empresas e corporações nunca terão a imagem espontânea de pessoas de verdade. E pessoas, mesmo famosas e conhecidas, podem cair em armadilhas quando se preocupam demais com marketing, público-alvo e poder de vendas. Quando foram criadas, muitas marcas nasceram da iniciativa individual de empreendedores que construíram negócios como Ford, Hewlett-Packard (HP), Ferrari, Johnson, Granado (Brasil) e outras pessoas. Depois do auge da era industrial, as fábricas passaram a entrar em um processo mecanizado, produção em série, grandes unidades e produção em massa. As marcas modernas substituíram as antigas relações diretas entre o artesão e o consumidor, da loja ou do armazém da esquina. Para conquistar e fidelizar essa massa de consumidores vieram os recursos de marketing, design e publicidade. Os anos 50 mostram bem isso…