Pular para o conteúdo principal

Procura

Ainda não me encontrei nem me perdi. Continuo procurando.

 Estou presente em tudo que não disse ainda.
2

 No que não soube ouvir. Naquilo que não vi, em mim, nos outros, na paisagem. No pouco a saber de mim mesmo. Em não saber menos, simplesmente, entender o grão e o pó.

 Está tudo aí.

Nos sonhos que não realizei. Nos lugares que ainda não fui. Na poeira que ainda não sujou  minha roupa. Na areia que ainda não tocou meus pés, nem meus olhos.

Nas pessoas que ainda não encontrei. E nos amigos, que passaram, que chegarão, sempre. Em cada ser que não soube entender ou valorizar.

 Nas hesitações que terei em inúmeras encruzilhadas. Nos erros que certamente cometerei. 

 Está tudo por aí esperando em algum lugar. Gente estranha, lugares distantes, o inesperado, medos e alegrias, um baú de surpresas.
1

Até o medo de viver, de verdade, o que nos cabe, sinceramente.

 Saio para o mundo na rua e olho e escuto.

 Está tudo por aí ainda, sinto e tenho certeza, no começo e no fim de cada dia.


@robertotostes

Postagens mais visitadas deste blog

Novo Projeto - Jogo com Aventura e Ecologia

Olá amigos e amigas,

Após 18 meses de desenvolvimento, Sobrevivência na Amazônia - está na fase final de desenvolvimento. É um projeto independente de boardgame que procura combinar aventura e ecologia. Ele será lançado em financiamento coletivo - em breve. Na página dele serão dadas notícias e informações do andamento do projeto. O vídeo de lançamento dá uma ideia do conceito geral. Conto com o apoio de todos para divulgar e compartilhar!



#boardgame #amazonia #ecologia

Escritores na Era Digital - Quem somos e para onde vamos?

Caros amigos(as) Estou realizando uma pesquisa sobre o "Escritor(a) na Era Digital". Elaborei algumas perguntas e um questionário na web (via Google Docs). A pesquisa tem como objetivo levantar informações sobre: ser escritor(a), rotinas de escrita e leitura, meios de publicação, divulgação e presença na web. Espero com as respostas poder fazer um quadro de como os escritores/escritores estão se posicionando/adaptando neste momento de tantas transformações. Conto com seu apoio e participação

Segue o link:
http://goo.gl/forms/0JTYDWOAzPTl6Cjj2

Qualquer dúvida falem comigo:


att

Roberto Tostes

Quando pessoas viram marcas e marcas viram pessoas

Vivemos em uma época em que cada vez mais marcas querem parecer humanas e pessoas querem se tornar tão fortes quanto marcas. Isso não deixa de trazer uma certa contradição. Empresas e corporações nunca terão a imagem espontânea de pessoas de verdade. E pessoas, mesmo famosas e conhecidas, podem cair em armadilhas quando se preocupam demais com marketing, público-alvo e poder de vendas. Quando foram criadas, muitas marcas nasceram da iniciativa individual de empreendedores que construíram negócios como Ford, Hewlett-Packard (HP), Ferrari, Johnson, Granado (Brasil) e outras pessoas. Depois do auge da era industrial, as fábricas passaram a entrar em um processo mecanizado, produção em série, grandes unidades e produção em massa. As marcas modernas substituíram as antigas relações diretas entre o artesão e o consumidor, da loja ou do armazém da esquina. Para conquistar e fidelizar essa massa de consumidores vieram os recursos de marketing, design e publicidade. Os anos 50 mostram bem isso…