Pular para o conteúdo principal

Falando na tevê sobre diferenças entre o livro digital e impresso

Fui convidado a falar sobre literatura digital na tevê. Vivo falando da importância da presença digital dos escritores em vários meios e mídias.  E como de forma geral a tevê abre pouco espaço para literatura e escritores, não pude recusar a oportunidade.


O fato de ter me preparado contou bastante para superar o nervosismo. Eu não sabia as perguntas previamente mas tive tempo de rever coisas que escrevi e pesquisei, informações que coletei na web e de conversas com outros escritores, além da minha própria experiência como autor.


Não divulguei antes de sair na tevê pois não sabia como eu me sairia na hora e como ficaria no vídeo. O pessoal do programa Cotidiano da rede NGT-Rio me recebeu muito bem , concedendo vários minutos de espaço, o que é também difícil de conseguir na mídia.  Acho que consegui me expressar bem e mostrar algumas questões importantes e recebi vários comentários positivos.


E claro, fica um material em vídeo que a gente pode divulgar depois. A internet é muito dinâmica e para mostrar nosso trabalho e marca pessoal precisamos nos comunicar quando surgirem oportunidades. Todas as mídias, impressas, vídeo, voz, texto, devem ser aproveitadas, seja em questão de minutos ou segundos.

E da mesma forma todo tipo de conversação, em eventos, com outros escritores, leitores, blogues e conversas individuais, vai contar para divulgar seu nome.

Este processo de se mostrar e falar será sempre mais fácil para as pessoas mais comunicativas. Mas mesmo aqueles que tem receio e timidez, podem treinar e melhorar sua performance. Você não precisa ser o melhor nisso, mas é importante dar o seu recado,  mostrar quem é e o que tem a dizer.

Escritores na era digital estão ao mesmo tempo solitários mas também no meio de uma imensa multidão, um enorme palco. Muita gente quer se expressar, mas há muito mais espaços e canais. Mais gente escreve, mais gente lê. É uma era de muita conversação, exposição e troca.

Cuide bem de sua identidade digital e saiba aproveitar as oportunidades que aparecem para mostrar e divulgar seu trabalho e suas ideias.



Confiram o vídeo

Postagens mais visitadas deste blog

Novo Projeto - Jogo com Aventura e Ecologia

Olá amigos e amigas,

Após 18 meses de desenvolvimento, Sobrevivência na Amazônia - está na fase final de desenvolvimento. É um projeto independente de boardgame que procura combinar aventura e ecologia. Ele será lançado em financiamento coletivo - em breve. Na página dele serão dadas notícias e informações do andamento do projeto. O vídeo de lançamento dá uma ideia do conceito geral. Conto com o apoio de todos para divulgar e compartilhar!



#boardgame #amazonia #ecologia

Escritores na Era Digital - Quem somos e para onde vamos?

Caros amigos(as) Estou realizando uma pesquisa sobre o "Escritor(a) na Era Digital". Elaborei algumas perguntas e um questionário na web (via Google Docs). A pesquisa tem como objetivo levantar informações sobre: ser escritor(a), rotinas de escrita e leitura, meios de publicação, divulgação e presença na web. Espero com as respostas poder fazer um quadro de como os escritores/escritores estão se posicionando/adaptando neste momento de tantas transformações. Conto com seu apoio e participação

Segue o link:
http://goo.gl/forms/0JTYDWOAzPTl6Cjj2

Qualquer dúvida falem comigo:


att

Roberto Tostes

Quando pessoas viram marcas e marcas viram pessoas

Vivemos em uma época em que cada vez mais marcas querem parecer humanas e pessoas querem se tornar tão fortes quanto marcas. Isso não deixa de trazer uma certa contradição. Empresas e corporações nunca terão a imagem espontânea de pessoas de verdade. E pessoas, mesmo famosas e conhecidas, podem cair em armadilhas quando se preocupam demais com marketing, público-alvo e poder de vendas. Quando foram criadas, muitas marcas nasceram da iniciativa individual de empreendedores que construíram negócios como Ford, Hewlett-Packard (HP), Ferrari, Johnson, Granado (Brasil) e outras pessoas. Depois do auge da era industrial, as fábricas passaram a entrar em um processo mecanizado, produção em série, grandes unidades e produção em massa. As marcas modernas substituíram as antigas relações diretas entre o artesão e o consumidor, da loja ou do armazém da esquina. Para conquistar e fidelizar essa massa de consumidores vieram os recursos de marketing, design e publicidade. Os anos 50 mostram bem isso…